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14/12/2025 - A Polícia Federal (PF) prendeu neste sábado (13), em Manaus (AM), o cidadão americano Celso Rodrigo de Mello. A prisão preventiva foi decretada pelo Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O americano é alvo de uma investigação sigilosa que apura seu suposto envolvimento na saída do deputado federal Alexandre Ramagem do Brasil com destino aos Estados Unidos. O inquérito tramita sob segredo de justiça e as autoridades mantêm cautela nas informações divulgadas.
Detalhes sobre a prisão e a defesa Celso Rodrigo de Mello, que reside nos EUA, foi detido em um momento de deslocamento com a esposa e a filha. Segundo a apuração, ele viajava para celebrar seu casamento, e já possuía passagem de ida emitida.
A defesa de Celso de Mello já se manifestou, alegando a inocência do americano e informando que a decisão judicial está sendo objeto de recurso. Os advogados enfatizam o respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência, garantias previstas na Constituição Federal.
Pontos-chave do caso:
Quem: Celso Rodrigo de Mello, cidadão americano.
Onde: Manaus (AM).
Quando: Sábado (13).
Determinação: Prisão preventiva decretada pelo Ministro Alexandre de Moraes (STF).
Motivo: Suspeita de envolvimento na saída do deputado Alexandre Ramagem do Brasil para os EUA.
Repercussão Internacional e o debate sobre Lawfare
O caso insere-se em um contexto de maior atenção global às decisões do Judiciário brasileiro, especialmente quando envolvem cidadãos dos Estados Unidos.
Especialistas em direito internacional apontam que, embora não haja sanções internacionais em vigor, a prisão de um cidadão americano pode, em certas condições, levar a análises diplomáticas, sobretudo em meio ao debate sobre a Lei Magnitsky.
Essa legislação americana permite a aplicação de sanções contra autoridades estrangeiras acusadas de violações de direitos ou garantias fundamentais. O tema também alimenta o debate jurídico sobre o que é classificado como lawfare – o uso do sistema judicial para fins políticos.
Resposta oficial:
Procurados, o STF e a Polícia Federal reiteraram que o processo segue sob total sigilo judicial. Novas informações, se houverem, dependerão de autorização do relator.
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